A Austrália reúne um ecossistema cooperativo e mutualista maduro, presente em setores como agro, finanças, saúde, seguros e energia. Nesse ambiente, cooperativas e mutuals combinam escala, profissionalização e foco nos interesses dos associados, oferecendo uma referência interessante para lideranças que desejam repensar estratégia, gestão e crescimento institucional.
Programa intensivo de 5 dias, com carga horária aproximada de 35 horas
Líderes e dirigentes em desenvolvimento ou em posições avançadas de gestão
Experiências e encontros institucionais selecionados conforme o perfil do grupo
Certificação internacional

Este Mini MBA oferece uma imersão executiva para lideranças cooperativistas interessadas em estratégia, governança, finanças e inovação em contextos de mudança. Com formato sob medida, articulação local qualificada e possibilidade de realização em diferentes cidades australianas, o programa combina visão internacional, trocas práticas e reflexão aplicada à realidade brasileira. O foco não está em replicar modelos, mas em ampliar repertório, comparar abordagens e identificar caminhos viáveis para o fortalecimento institucional das cooperativas. Este Mini MBA oferece uma imersão executiva para lideranças cooperativistas interessadas em estratégia, governança, finanças e inovação em contextos de mudança. Com formato sob medida, articulação local qualificada e possibilidade de realização em diferentes cidades australianas, o programa combina visão internacional, estudos de caso e reflexão aplicada à realidade brasileira. Em vez de “receitas prontas”, o foco está em comparar abordagens, discutir experiências concretas e identificar caminhos viáveis para o fortalecimento institucional das cooperativas.
O programa organiza seus conteúdos em eixos estratégicos, adaptados aos objetivos e ao perfil de cada grupo:
Aprofundamos os temas de governança participativa, conselhos deliberativos e accountability. O dia combina conteúdo técnico com exemplos reais de estruturas cooperativas na Austrália, permitindo que os participantes comparem com os modelos adotados no Brasil. Uma ferramenta prática de diagnóstico é aplicada em grupo.
Conteúdos do dia:
Encerramento do dia:
Minioficina de simulação de reunião de conselho, com feedback dos especialistas e possibilidade de gravação para revisão futura.
Com foco em finanças e análise estratégica, o terceiro dia aprofunda a capacidade das lideranças em interpretar dados, tomar decisões sustentáveis e conectar desempenho econômico com impacto social. Casos reais de cooperativas que transformaram sua atuação por meio de indicadores são apresentados.
Conteúdos do dia:
Encerramento do dia:
Sessão prática com simulação de decisão crítica baseada em dados reais, com discussão coletiva dos caminhos escolhidos.
O dia mais voltado à prática traz exemplos concretos de inovação no cooperativismo australiano. Visitamos hubs de inovação e discutimos como a sustentabilidade e a cultura digital estão sendo incorporadas de forma integrada às estratégias de longo prazo. Há espaço para pensar como adaptar modelos ao Brasil.
Conteúdos do dia:
Encerramento do dia:
Dinâmica de “benchmark reverso”: participantes registram ideias aplicáveis à sua cooperativa com apoio dos mentores locais.
Encerramos o programa com foco na consolidação dos aprendizados e na construção de planos de ação. Os participantes apresentam suas propostas de aplicação prática e compartilham visões sobre como transformar suas cooperativas a partir da experiência vivida na Austrália.
Conteúdos do dia:
Encerramento do dia:
Entrega de certificados e fotos oficiais, seguida de almoço de encerramento com representantes da universidade e parceiros institucionais.
Cada grupo chega à Austrália com desafios,expectativas e contextos distintos. Por isso, o Mini MBA pode ser ajustado emformato, abordagem e interlocuções locais, com curadoria de conteúdo, estudos de caso e experiências alinhadas aos objetivos estratégicos da delegação.
Todos os programas incluem o necessário para um aprendizado completo e sem preocupações.
Qualquer profissional ligado a cooperativas pode participar – de diferentes ramos e portes. Atendemos cooperativas de crédito, agro, saúde e seguros, além de centrais, federações e sistemas cooperativos. Em alguns casos, também participam parceiros institucionais ligados ao cooperativismo. Os conteúdos são adaptáveis a diferentes perfis – de colaboradores operacionais a gestores e lideranças estratégicas.
Sim. Damos todas as orientações necessárias para cada destino – desde a emissão do passaporte até a solicitação de visto, quando for o caso – e ajudamos a cooperativa a se organizar com antecedência. Também disponibilizamos documentos de apoio e cartas-convite, sempre em coordenação com a cooperativa e, quando houver, com a agência de viagens responsável.
Em geral, os programas da elou não incluem passagens aéreas, hospedagem e alimentação em um pacote único. Nossa prioridade é o desenho do conteúdo, a articulação institucional e o acompanhamento técnico das delegações no destino. A logística internacional (voos, hospedagem, seguros) costuma ser organizada pelas próprias cooperativas ou por agências de viagens parceiras – inclusive aquelas já credenciadas pelos sistemas cooperativos. Quando fizer sentido, apoiamos na coordenação com essas agências para alinhar a programação às necessidades do grupo.
Sim. Adaptamos o conteúdo, a duração, o idioma e o foco das visitas técnicas conforme o perfil e os objetivos do grupo. Trabalhamos com diferentes instituições e parceiros internacionais, o que nos permite desenhar programas sob medida – alinhados às prioridades de cada delegação e à realidade das cooperativas participantes. Essa personalização é especialmente indicada para grupos fechados que buscam resultados concretos e aplicáveis ao dia a dia.
Não precisa. Os conteúdos técnicos dos programas são oferecidos com tradução (simultânea ou consecutiva) para o português, conforme o formato e o destino. As apresentações, materiais de apoio e informações sobre o programa (agenda, orientações de viagem, dicas práticas) também são disponibilizados em português. Além disso, o grupo poderá contar com o acompanhamento de uma pessoa da equipe da elou ou de um guia profissional bilingue, que fala inglês e apoia a delegação nas principais situações do dia a dia da imersão.
Depende do destino. Alguns países exigem visto, outros permitem entrada apenas com passaporte válido. Para cada programa, informamos com antecedência os requisitos de entrada e orientamos a cooperativa sobre os documentos necessários, de acordo com as regras em vigor no momento da viagem.
Sim. Os participantes recebem um certificado de participação emitido pela instituição ou organização parceira no exterior, indicando a carga horária e os principais conteúdos trabalhados. Quando necessário, podemos disponibilizar uma versão em português para uso interno nas cooperativas ou em processos acadêmicos no Brasil.
É simples. Basta preencher nosso formulário de contato ou enviar um e-mail para a elou. A partir das informações iniciais, entendemos melhor os objetivos do grupo e sugerimos caminhos possíveis. Em seguida, preparamos uma proposta sob medida – sem compromisso – e podemos agendar uma conversa para ajustar detalhes, tirar dúvidas e alinhar expectativas.